O fraco que gruda num mais forte?

Meu emprego não é o que eu sou.
Nem quanto eu ganho ou quanto dinheiro eu tenho no banco.
Mostrar minhas maneiras anômalas talvez seria ficar vulnerável demais.
As pessoas dentro da percepção delas, fariam verdadeiros discursos do que eu sou.
Elas não passariam nem perto do que eu realmente sou.
Eu sou o que eu quero que elas conheçam de mim.
Como um quadro sendo pintado, e pintado, e pintado....
Pessoas inconvenientes que jamais fariam parte do meu círculo de amizades.
De tanto ser enganada pelas suas palavras, aprendi a dar importância aos seus gestos.
Sou o espelho que reflete o que vejo em seus gestos.
Enquanto isso, sou fonte de energia para tantas outras.
Isso é o mundo corporativo que tanto ouvi falarem.

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Comentários
Vou mandar agora um e-mail pro Alex contando que beltrano quer puxar o tapete de fulano e que a siclana anda atacando a cozinha do HRC!!!!
Pedro, você já largou o Milk Shake da Manú ou vou ter que te citar nesse e-mail também??? Hein???
Enquanto isso minha amiga correndo atrás de um serviço....
quem tem aí pra oferecer?!
:p
Anda Pedro!!!
:)
Calorrrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!!
Não sei o que se passou com vc pra que digas isso, mas podemos bater um papo no MSN e te conto os meus "porquês". Quem sabe não encontramos semelhanças, né?
Seja sempre bem-vinda no meu espaço!
Sempre olho seu blog tb, e adorei este último post. Tudo de bom!
Eu diria que você é mágica com as palavras menina! Parabéns!
Bjão!
Bom, eu lembrava dela de uma novela a muitos anos atrás, chamada "Agora é que são elas". Ela fazia uma mecânica maluca, e talz.
Uma amiga insistiu pra que eu carregasse uma coleção de cds da moça, achei bem bacana as versões covers. Mas esta última dela,.. pô! De chorar sentada num banquinho!
Boa demais! Fala muita coisa que eu gostaria de dizer pra algumas pessoas, isso é verdade!
Mas, qual o problema de não saber quem é Danni Carlos? Eu não me incomodo, descobri por acaso tb (rs).
Beijos e parabéns pelo seu blog. Os textos são legais!
mas alguém percebe isso?
talvez seja culpa do tal corporativismo...
daí, fazemos poesia!