Ponto-de-vista
"Se há um Deus, é meramente lógico que deve haver um demônio."
Deuses e demônios são entidades simbólicas, não são verdadeiros.
Se há um Deus ou um demônio, porque nos importamos com isso?
A fé, é vital para sustentação da ética e da moral de muitas pessoas. Todos nós adoraríamos se um ser tão fascinante de fato existisse.
No entanto, algumas das mentes mais brilhantes, como Kant e Descartes, gastaram tempo e neurônios tentando provar sua existência pela lógica. Sem sucesso.
Já escutei, pelo menos uma vez, as famosas perguntas: “mas você não sente falta de acreditar em alguma coisa?” ou “como pode existir um universo tão perfeito sem ter sido criado por Deus?”.
Pra mim, a moral social e a ética pessoal, independentemente de suas raízes culturais, devem estar acima de crenças.
Nós somos tão ínfimos em relação ao todo, que não necessariamente precisamos saber de onde viemos, e muito menos precisamos elaborar algo místico para explicação.
Li essa frase que concordo: “a linguagem da religião é uma linguagem de absolutos que, mais cedo ou mais tarde, levam à estigmatização de grupos. Como o grupo dos ateus, por exemplo” Salman Rushdie.
No mínimo, diferente dos crédulos, podemos dizer que ateus não fazem guerra santa.
Deuses e demônios são entidades simbólicas, não são verdadeiros.
Se há um Deus ou um demônio, porque nos importamos com isso?
A fé, é vital para sustentação da ética e da moral de muitas pessoas. Todos nós adoraríamos se um ser tão fascinante de fato existisse.
No entanto, algumas das mentes mais brilhantes, como Kant e Descartes, gastaram tempo e neurônios tentando provar sua existência pela lógica. Sem sucesso.
Já escutei, pelo menos uma vez, as famosas perguntas: “mas você não sente falta de acreditar em alguma coisa?” ou “como pode existir um universo tão perfeito sem ter sido criado por Deus?”.
Pra mim, a moral social e a ética pessoal, independentemente de suas raízes culturais, devem estar acima de crenças.
Nós somos tão ínfimos em relação ao todo, que não necessariamente precisamos saber de onde viemos, e muito menos precisamos elaborar algo místico para explicação.
Li essa frase que concordo: “a linguagem da religião é uma linguagem de absolutos que, mais cedo ou mais tarde, levam à estigmatização de grupos. Como o grupo dos ateus, por exemplo” Salman Rushdie.
No mínimo, diferente dos crédulos, podemos dizer que ateus não fazem guerra santa.


Comentários
Creio que a frase em si, vem tentar dar um equilíbrio a dualidade das coisas, não se referindo apenas a um deus ou um diabo.
Muitas vezes as pessoas falam que acreditam que há apenas um Deus e que demônios não existem. Mas, mesmo as pessoas boas, contém em sua alma um pingo de maldade. Não precisamos ser ateus para dizermos que não fazemos guerras santas. Até mesmo ateus, se bem olhares, possuem suas guerras para manter suas crenças. Oras se não é uma crença dizer que não se crê em entidades? Pois um ateu, não crê em forças maiores, apenas crê em si mesmo como alguém capaz de mudar o mundo e seu destino. Não estaria então a se tornar um Deus de si mesmo? Eis então que ele começa sua guerra santa.
Tenha um ótimo dia e que suas armas (tinta e papel) continuem afiadas.
ahahahahaa
Terceiro: as invasões napoleónicas forma ateias. Napoleão baniu o cristianismo, e a revolução francesa assim como a russa e a nazi são todas elas revoluções de ATEUS. Sem guerra santa, vem a guerra de 'todos contra todos' de que falava Hobbes.
P.S. Não te estou criticando apenas fazendo notar, pois é precisamente sobre esta área que me especializei, que há muitos lapsos. E esse do Rushdie é um deles, ele igualmente estigmatizou os muçulmanos.
Sei lá achoq eu é muito complexo pra mim isso...
mas que existe alguma coisa.. existe rs..
Bom, eu até queria escrever mais, mas vai ficar tão grande... hehehe
beijãão
Fico muito honrado com essa menção em seu canto da blogosfera e realmente sempre gostei dessa frase pelo tom de dualidade que ela impõe a tudo o q nos cerca, embora eu prefira a noção das tríades, enquanto filosofia de conceito teológico.
Eu, no entanto, sou um bocado cético quanto a certas visões do mundo e jamais me incomodaram as perguntas do tipo "Não lhe acha que faça falta a fé, na sua vida?". Mesmo pq eu tenho fé. Talvez não no supremo-divino-waga-baga-mór, mas minhas crenças são minhas e ponto final. Existe essa necessidade de uma fé coletivizada q chega a ser tola.
Fui criado em colégio católico e cheguei a fazer minha primeira comunhão. Mas foi mais ou menos aí q percebi q ir à igreja ouvir profecias e comer biscoito parecia meio idiota.
Enfim, agradeço uma vez mais a bela menção e deixo-lhe um imenso abraço.